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Estudo Sobre Ezequiel
Estudo Sobre Ezequiel

 

                                                                              Profª Marilda Gomes


 

 

SD

O QUE É A BÍBLIA

Estudo do Evangelho de Mateus             

Estudo do livro de Isaías  

Estudo do Livro de Jeremias

GRUDEM-O governo da igreja

Uma Análise de 2Tm 2 

Propostas de Jesus para uma vida feliz   

A Tipologia Bíblica em Levítico                                                                                               

                                                                            sa


  

Ezequiel

 

Escritor: Ezequiel (hebraico Yebhez ge – significa “Deus Fortalece”)
Lugar da Escrita: Babilônia durante o exílio.
Tema: O Juízo e a Glória de Deus.

Data escreveu o livro: 590 – 570 a.C.

Período Ministério Ezequiel: 593 – 571 a.C. (22 anos)  

Ezequiel foi deportado para Babilônia na segunda leva, em 597 a.C. quando foram levados 10.000 cativos, ele tinha cerca de 25 anos, era de família sacerdotal e estava se preparando para o trabalho sacerdotal no templo. Aos 30 anos, Ezequiel recebeu sua chamada profética da parte de Deus e a partir daí ministrou fielmente durante 22 anos.

 

Na época de Ezequiel, Jeremias estava profetizando em Jerusalém, Daniel na corte da Babilônia e Ezequiel  era profeta para os exilados judeus em Babilônia. Ele era tanto profeta como também sacerdote.

 

Ele era casado mas sua esposa morreu no dia em Nabucodosonor começou seu cerco final contra Jerusalém, a data e maneira da sua morte, são desconhecidas.

 

Divisão do Livro:       

I – cap. 1 ao 3 – descreve a poderosa visão que Ezequiel teve da gloria e do trono de Deus e o encargo divino que o profeta recebeu para seu ministério profético; 

II – cap. 4 ao 24 – avisos da destruição certa de Jerusalém

III – cap. 25 ao 32 – profecias de condenação para diversas nações pagãs

IV – cap. 33 – 48 – profecias de restauração.

 

Assim como Daniel e Apocalipse, o Livro de Ezequiel pode ser chamado de Livro do Mistério, já que usa muita linguagem figurada e de difícil interpretação.

 

 

Resumo do Livro - Capítulo por Capítulo

 

Cap. 1 – A primeira visão dos querubins

 

Deus comissiona Ezequiel como vigia (1:1-3:27). Na sua visão inicial, Ezequiel nota um vento violento, do norte, junto com uma massa de nuvens e um fogo cintilante. De dentro dele saem quatro criaturas viventes, aladas, com rostos de homem, de leão, de touro e de águia. Seu aspecto é de brasas ardentes, e cada qual é acompanhada, como que de uma roda no meio de outra roda de temível altura, com cambotas cheias de olhos. Locomovem-se em qualquer direção em constante unidade. Sobre a cabeça das criaturas viventes há uma semelhança de expansão, e acima da expansão, um trono no qual está “o aspecto da semelhança da glória de Deus”. -- 1:28.
 

Deus diz ao prostrado Ezequiel: “Filho do homem, põe-te de pé.” Daí o comissiona a ser profeta para Israel e para as nações rebeldes circunvizinhas. Não importa que escutem ou deixem de escutar. Pelo menos, saberão que houve um profeta do Senhor Deus no meio deles. Deus faz que Ezequiel coma o rolo de um livro, que se torna doce como mel em sua boca. Ele lhe diz: “Filho do homem, constituí-te vigia para a casa de Israel.” (2:1; 3:17) Ezequiel tem de dar fielmente o aviso, senão, morrerá.

 

Vers. 1 - O Livro de Ezequiel, de um modo geral, segue uma cronologia, no caso especifico do primeiro versículo, Ezequiel tinha 30 anos, o ano era 593 a.C., nessa ocasião ele habitava entre os cativos em Babilônia, para onde fora levado em 597 a.C. (já havia 9 anos em que Daniel tinha sido levado cativo e faltavam 11 anos para da destruição total de Jerusalém)

 

Vers. 4 – 28 – Mostram a visão que Ezequiel teve de querubins e do trono de Deus. As palavras “semelhança”, “parecido”, “como” e “aparência” ocorrem inúmeras vezes, de modo a indicar a tentativa até mesmo de Ezequiel em relatar o que havia visto.

 

 

Cap. 2 – A vocação de Ezequiel. Visão do rolo de um livro

 

Vers. 1 – Filho do homem, esse termo é muito utilizado em Ezequiel. (simboliza a sua fraqueza) Jesus também se referia desta forma (no caso de Jesus, significa sua humanidade e dependência do Espírito Santo).

 

Vers. 2 – Ezequiel foi revestido do poder do Espírito de Deus.

 

Vers. 7 – Deus mostra como Ezequiel deveria ser: Falar tudo o que o Senhor mandasse sem se importar se iriam escutar ou não.

 

Vers. 9 e 10 – Rolo de livro.

 

 

Cap. 3 – Ezequiel come aquele rolo

 

Vers. 1 - 3 – Ezequiel então comeu aquele rolo. – Comer o rolo, simbolizava que Ezequiel precisava receber a mensagem de Deus e comprometer-se com ela, antes de proclamá-la. A mensagem deveria fazer parte do seu próprio ser, só assim ele conseguiria dividi-la com os outros.

 

Vers. 3 – “e era a minha boca doce como o mel” mesmo sabendo que as palavras seriam duras, Deus fez com que se tornassem doce na boca do profeta.

 

Deus estava chamando Ezequiel para a tarefa de levar uma palavra muito dura, de destruição, de prato e de lamento.

 

Ezequiel depois que recebeu a missão, ficou 7 dias no meio do seu povo, pasmado, quando veio novamente a palavra de Deus a ele:

 

Vers. 16 – 21 – Estes versículos servem também para nós, hoje em dia. Se Deus mandar falar, temos que falar, porque pelo contrário, nós é que vamos pagar.

 

Depois dessas coisas Deus falou com Ezequiel:


Vers. 26 e 27 – Deus iria usar a boca de Ezequiel, de modo que ele só falaria aquilo que Deus mandasse. Ele ficou mudo por mais ou menos 7 anos e meio, até a queda de Jerusalém.

 

 

Cap. 4 - Predição do cerco de Jerusalém

 

Deus mandou que Ezequiel simbolizasse o cerco de Jerusalém e exílio por meio de atos simbólicos:

 

Gravar num tijolos o esboço de Jerusalém e deitar ao lado – Vers. 4 sobre o lado esquerdo 390 dias e sobre o lado direito 40 dias. Cada dia representava 1 ano.

 

Esses 390 anos, podem parecem abranger o período da monarquia de Salomão à queda de Jerusalém. Os 40 anos à mais, atribuídos a Judá, podem representar o reinado ímpio de Manasses, que influenciou Judá pelo resto de sua história.

 

Vers. 9 – Trigo, cevada, etc.: com a alimentação escassa, favas, lentilhas e outros grãos, que normalmente eram descartados, passaram a ser misturados aos poucos alimentos.

 

A alimentação de Ezequiel era suficiente só para que se mantivesse vivo.

 

Vers. 12 – Era para Ezequiel cozinhar a comida com o esterco do homem. Esse ato simbolizava que Judá iria se alimentar de imundícia.

 

 

Cap. 5 – Raspar a barba e cortar o cabelo

 

Vers. 1 – Fazer a barba e raspar o cabelo – um sacerdote não poderia ministrar no templo barbeado. Da mesma forma, também não poderia raspar toda a cabeça, já que significava um rito pagão proibido. Essa era uma forma de homenagear a morte, neste caso a morte da nação pecadora.

 

Ver. 2 - O cabelo em si simbolizava os habitantes de Jerusalém e a maneira pelo qual Ezequiel descartou deles representa o destino do povo.

 

Alguns morreriam de peste ou de fome; outros pela espada; outros seria dispersa no exílio (não voltariam)

 

Ver. 11 – Profanaste o meu santuário – Uma das coisas mais detestáveis por Deus, é a falta de respeito com Sua casa. (ver 1Co 3.17) Uma pessoa profana a Igreja quando a esta pertence, participando dos cultos, mas vivendo no pecado e propagando doutrinas antibíblicas.

 

 

Cap. 6 – Profecia contra os montes de Israel

 

O Senhor ordenou que Ezequiel profetizasse para os montes de Israel, os montes eram os lugares em que debaixo da sombra das árvores adoravam outros deuses, a profecia era terrível.

 

Vers. 6 – total destruição

 

Vers. 8 – Mas Deus deixaria alguns escaparem

 

O principal pecado daquele povo era a idolatria

 

 

Cap. 7 – O fim vem! O fim vem! 

 

Quando Deus começasse a castigar o povo, poucos restariam. Assim como o Senhor fez com Judá, “O dia do Senhor” está perto (Am 5.18-20).

 

O salário do pecado é a morte. O pecado deixa rastros de destruição, para se livrar, só mesmo com arrependimento sincero.

 

 

Cap. 8 – As abominações no santuário

 

Ezequiel foi levado em visão, cerca de ago/set de 592 a.C. Deus mostrou a Ezequiel a que ponto haviam chegado.

 

Vers. 10 – Ezequiel viu animais abomináveis desenhados nas paredes (era um cômodo na parte inferior, onde só poderiam entrar os sacerdotes) além de desenhos dos ídolos.

 

Vers. 11 – 70 homens dos anciãos oferecendo incenso aos animais desenhados e aos ídolos. Aqueles homens ainda diziam que Deus não podia ver.

 

Deus então levou Ezequiel até a entrada da Casa do Senhor lá ele viu (vers. 14) mulheres assentadas e chorando por Tamuz (deus Babilônico da vegetação. Quando a vida vegetal morria no outono, o povo lamentava, julgando ser aquilo a morte do ídolo)

 

Deus disse que ele ainda viria coisas piores.

 

Vers. 16 – Deus levou Ezequiel até o átrio interior da Casa do Senhor e ali ele viu 25 homens prostrados adorando o sol.

 

 

Cap. 9 – Os castigos de Jerusalém 

 

Vers. 2 – Os 6 homens, são anjos designados por Deus para executarem o seu julgamento contra a cidade. Cada um portava uma arma, com a qual matariam os iníquos. Juntamente com eles apareceu um homem vestido de linho que tinha em sua mão um estojo de escrivão. Sua tarefa era marcar na testa todos os que permaneceram fieis.

 

Vers. 4 – Deus ordena que coloque uma marca na testa daqueles que não suportam o pecado a marca era da letra (taw que é a ultima letra do alfabeto hebraico e que originalmente tinha a forma de uma cruz).

 

Vers. 5 – Já aqueles que não tem a marca, podem matar.

 

Vers. 6 – “e começaram pelo meu santuário” Deus começa a castigar os de cima, primeiro os líderes.

 

 

Cap. 10 – A segunda visão dos querubins

 

Essa segunda visão que Ezequiel teve dos querubins, significa que a glória do Senhor iria sair do templo e da cidade. A Glória de Deus não permanece em um lugar onde se tolera o pecado.

 

 

Cap. 11 – O juízo de Deus contra os chefes do povo

 

Deus leva Ezequiel para profetizar a Jazanias e Pelatias, príncipes do povo. Eles diziam que estavam seguros em Jerusalém, que nada poderia acontecer. O termo (Vers. 3) “esta cidade é a panela e nós, a carne” significa que, conforme os costumes deles, raramente comiam carne, quando isso acontecia guardavam o precioso alimento protegido numa panela. Significa que, assim como a carne era preciosa para eles e eles tinham cuidado com ela, Deus também teria com eles.

 

Vers. 19 – Coração de carne – se contrapõe ao coração de pedra. Significa ser sensível a Deus

 

 

Cap. 12 – A mudança para fora do muro é o símbolo do cativeiro da dispersão

 

Ezequiel se torna o ator em mais uma cena simbólica. Durante o dia, ele tira de sua casa a sua bagagem para o exílio, e daí, à noite, passa por um buraco na muralha da cidade, com o rosto encoberto. Ele explica que isto é um portento: “Irão para o exílio, para o cativeiro.”.

Vers. 3 – Deus ordenou a Ezequiel que se mudasse, preparasse sua mudança na frente do povo. Essa mudança significava que eles seriam levados cativos.

 

Essas passagens simbólicas também tem os seus significados: Vers. 5 – Escava a parede – os judeus tentariam fugir do cativeiro, era uma tentativa desesperada; Vers. 6 – cobrirás a face – era a vergonha que sentiriam.

 

Ezequiel também profetiza contra os falsos profetas, eles diziam que profecias haviam sido ditas e não tinham sido cumpridas, então não aconteceriam, o que é uma tolice, já que muitas profecias demoraram cerca de 1000 anos para acontecer e aconteceram. Ex. Sl 22 – A morte de Jesus por crucificação, nem existia ainda esse costume.

 

 

Cap. 13 – Cont. profecia contra os profetas de Israel

 

Vers. 10 – Os profetas diziam que haveria paz, iludiam o povo falando do seu próprio coração.

 

Vers. 17 – As mulheres profetisas – Essas mulheres praticavam feitiçaria e magia negra. Até empregavam poderes malignos para eliminar fisicamente o próximo. Tais profetizas atavam panos nos punhos como amuletos, e usavam véus enfeitiçados.

 

 

Cap. 14 –O castigo dos idólatras

 

Os anciãos estavam cheios de idolatria, seus corações tinham muitos ídolos e o Senhor não iria falar com eles.

 

Vers. 9 – se o profeta, aceitasse aquele mal o Senhor iria acabar com ele.

 

Vers. 13 – Se a terra pecasse gravemente contra Deus, ainda que Noé, Daniel e Jó, estivessem, nem assim o Senhor livraria (só ficariam salvas as suas almas)

 

 

Cap. 15 – A madeira inútil da videira

 

É feita uma comparação: a videira que não dá fruto só serve para o fogo, e o Senhor disse que faria assim com Jerusalém, iria tacar fogo.

 

Aplicação: toda videira que não dá fruto é cortada e lançada fora (Jo 15.1-7)

 

 

Cap. 16 – A meretriz e as abominações de Jerusalém

 

Jerusalém é comparada a uma esposa, que não tem dotes, então se casa e depois de um tempo começa a acreditar muito a sua beleza e a adulterar.

 

Ela então se torna uma prostituta e comete adultério com outros povos, retratando o que Jerusalém fazia.

 

Também é comparada a Sodoma e Samaria, mas Jerusalém é pior do que elas.

 

Há porém, uma esperança de restauração.

 

 

Cap. 17 – A parábola das duas águias e da videira

 

A grande águia, refere-se a Nabucodonosor

Líbano, representa Jerusalém

Ponta mais alta, refere-se ao Rei Joaquim

 

Deus propõe ao profeta um enigma e daí relata a interpretação. O enigma ilustra a futilidade de Jerusalém voltar-se para o Egito em busca de ajuda. Vem uma grande águia (Nabucodonosor) e arranca o topo (Joaquim) de um altaneiro cedro, trazendo-o a Babilônia, e planta em seu lugar uma videira (Zedequias). A videira estende seus ramos para outra águia, o Egito, mas, será bem sucedida? É arrancada pelas raízes! O próprio Deus tomará um tenro rebento da altaneira copa do cedro e transplantá-lo-á para um monte alto e elevado. Ali ele tornar-se-á um majestoso cedro como lugar de residência para “todas as aves de toda asa”. Todos terão de saber que o SENHOR é quem fez isso. -- 17:23, 24.

 

Cap. 18 – A responsabilidade é pessoal

 

Vers. 2 – os pais pecam  e os filhos pagam. Ezequiel deixa claro que este principio não está de acordo com a vontade de Deus, mas que aqueles que cometerem pecados, eles sim, pagarão. Em Rm 6.23 diz que o salário do pecado é a morte.

 

Vers. 20 - Cada um presta conta dos seus próprios pecados. 

 

 

Cap. 19 – o lamento da leoa. A parábola da videira

 

Comparação do ultimo rei de Judá a um leão enjaulado e na nação a videira destruída, leõezinhos são os reis.

 

 

Cap. 20 – As abominações da casa de Israel depois do êxodo

 

Esse capítulo fala da triste verdade de Israel, um povo sempre obstinado a ter ídolos. Ezequiel dizia aos anciãos que eles ainda tinham em seus corações amor pelos ídolos.

 

Vers. 30 - Aqui é feito também uma pergunta para reflexão, de modo que o povo refletisse sobre seu estado, se iriam render-se ao Espírito Santo, ou ceder-se aos desejos do pecado.

 

 

Cap. 21 – A espada do Senhor

 

O juízo contra Israel virá pela espada, ou seja, através do exercito babilônico.

 

 

Cap. 22 – As abominações de Jerusalém

 

Jerusalém havia se tornado uma cidade violenta e cheia de iniqüidade. Não respeitava as coisas sagradas, nem a família. Não cuidava dos pobres e necessitados. A imoralidade era generalizada. A fraude e o suborno predominavam. Tudo isso porque o povo se desviou de Deus e de Sua Palavra. Daí veio o castigo severo.

 

Vers. 25 – Os falsos profetas e os lideres espirituais ao invés de ajudar, estavam era atrapalhando, eles disfarçavam a situação.

 

Vers. 28 – Cuidado para não mascarar o pecado.

 

 

Cap. 23 – Oolá e Oolibá, as duas meretrizes

 

Oolá (sua tenda – uma provável referencia aos centros de adoração ilícitos estabelecidos em Dã e Babel) e Oolibá (minha tenda está nela – numa possível referencia ao fato de que o santuário de Deus estava em Jerusalém), são duas meretrizes, Oolá a mais velha é Samaria que se prostituiu com os Assírios e a mais nova, Oolibá ao ver a prostituição da irmã, começou a prostituir-se também e fez pior ainda que além de prostituir-se com a Assíria, prostituiu também com a Babilônia.

 

 

Cap. 24 – A parábola da panela

 

Deus anuncia a Ezequiel que o rei de Babilônia cercou Jerusalém neste décimo dia do décimo mês. Compara a cidade murada a uma panela de boca larga, sendo os seletos habitantes a carne dentro dela. Por meio de fervura, tire-se toda a impureza da abominável idolatria de Jerusalém!

 

Naquele mesmo dia a esposa de Ezequiel morre, mas, o profeta, obedecendo a Deus, não pranteia. Isto é sinal de que não devem prantear a destruição de Jerusalém, pois é julgamento da parte de Deus, para que saibam quem Ele é. Da mesma forma que Ezequiel perdeu a sua amada esposa, o Senhor também perderia seu povo (muitos morreriam).  

 

Vers. 26 e 27 - Deus enviará um fugitivo para notificar a destruição do “belo objeto de sua exultação” e, até que este chegue, Ezequiel não mais deve falar aos exilados.

 

 

 

Cap. 25 – Profecias contra várias nações

Cap. 26 – Profecias contra várias nações

Cap. 27 – A lamentação sobre Tiro

Cap. 28 – Profecia contra o rei de Tiro

Cap. 29 – Profecia contra o Egito

Cap. 30 – outra profecia contra o Egito e Faraó

Cap. 31 – outra profecia contra o Faraó rei do Egito

Cap. 32 – Lamentação sobre Faraó rei do Egito

 

Profecias contra as nações (25:1-32:32). Deus prevê que as nações circundantes se regozijarão com a queda de Jerusalém e aproveitarão a ocasião para lançar vitupério sobre o Deus de Judá. Não ficarão impunes! Amom será dado aos orientais, e Moabe também. Far-se-á de Edom um lugar devastado, e serão executados contra os filisteus grandes atos de vingança. Todos eles, diz o Senhor Deus, “terão de saber que eu sou o SENHOR, quando eu trouxer sobre eles a minha vingança”. -- 25:17.

 

Tiro é mencionada de modo especial. Orgulhando-se de seu próspero comércio, é semelhante a um belo navio no meio dos mares, mas logo jazerá quebrada nas profundezas das águas. “Sou deus”, jacta-se o seu líder. (28:9) Deus faz com que seu profeta profira uma endecha relativa ao rei de Tiro: Qual belo querubim ungido, ele tem estado no Éden, jardim do Senhor, mas Deus o expulsará do seu monte como profano e será devorado por um fogo que sai de dentro dele próprio. Deus diz que Ele será também santificado por trazer destruição sobre a desdenhosa Sídon.

 

Deus manda então que Ezequiel se oponha firmemente ao Egito e seu Faraó e que profetize contra eles. “Meu rio Nilo é meu, e eu é que o fiz para mim mesmo”, jacta-se Faraó. (29:3). Faraó e os egípcios que crêem nele terão de saber que o SENHOR é Deus, e a lição será dada por meio de uma desolação de 40 anos. Ezequiel insere aqui algumas informações que realmente lhe foram reveladas mais tarde, Deus dará o Egito a Nabucodonosor como compensação pelo seu serviço de desgastar a Tiro. (Nabucodonosor levou muito pouco despojo de Tiro, visto que os tírios escaparam com a maior parte de sua riqueza para a sua cidade-ilha.) Numa endecha, Ezequiel revela que Nabucodonosor despojará o orgulho do Egito, e “terão de saber que eu sou o SENHOR”. -- 32:15.

 

 

Cap. 33 – O oficio do verdadeiro profeta

 

Cada um é responsável pelos seus atos, mas Ezequiel como Atalaia de Deus, tem a responsabilidade de avisar aqueles que estão em pecado para que se convertam.

 

Vers. 11 – Deus não tem prazer na morte do ímpio, Deus quer que ele se converta.

 

(33:1-37:28). Deus recapitula com Ezequiel a sua responsabilidade qual vigia. O povo está dizendo: “O caminho de Deus não é acertado.” Portanto, Ezequiel precisa tornar-lhes claro quão errados estão. (33:17).

 

No quinto dia do décimo mês. Chega de Jerusalém um fugitivo, para dizer ao profeta: “A cidade foi golpeada!” (33:21). Ezequiel, então livre outra vez para falar aos exilados, diz-lhes que são fúteis quaisquer pensamentos que tenham quanto a socorrer a Judá.

 

Vers. 31 ao 33 - Embora venham a Ezequiel para ouvir a palavra de Deus, ele é para eles apenas como cantor de canções de amor, alguém que tem voz bonita e que toca bem um instrumento de cordas. Não prestam atenção. Todavia, quando isso suceder, saberão que havia no meio deles um profeta.

 

Temos que tomar cuidado para não agirmos como os israelitas que escutavam Ezequiel como se ele fosse um ator num palco. Temos que tomar cuidado para não fazer do culto um espetáculo. Isso não agrada a Deus. Devemos escutar a Palavra de Deus e praticar. (ler Tg 1.22)

 

Cap. 34 – Profecia contra os pastores infiéis de Israel

 

O Senhor manda que Ezequiel profetize contra os pastores que deixaram de rebanhar suas ovelhas. O Senhor (Ele mesmo) iria arrebanhar e cuidar dessas ovelhas. (Vers. 15 e 16)

 

Vers. 23 – Davi as apascentaria – Quer dizer: Jesus (da linhagem de Davi)

 

 

Cap. 35 e 36 – Profecia contra o monte Seir e aos montes de Israel

 

Ezequiel profetiza mais uma vez a desolação para o monte Seir (Edom). No entanto, os lugares devastados de Israel serão reconstruídos, pois Deus terá compaixão de seu santo nome, para o santificar perante as nações. Dará a seu povo um coração novo e um espírito novo, e a sua terra se tornará outra vez “como o jardim do Éden”. (36:35).

 

Deus também fala sobre aqueles que se aproveitaram da fragilidade de Israel e saquearam e até mesmo falaram do Deus Vivo. Ele (Deus) vai fazer com que pagarão caro por isso.

 

Devemos tomar cuidado, o povo dizia: ah, Israel, ficou desamparado, sozinho, cadê seu Deus?

A disciplina antecede a benção

 

O Capítulo 36 fala de promessas ao povo. Retorno dos Exilados

 

 

Cap. 37 – A visão de um vale de ossos secos

 

O Senhor velou Ezequiel até um vale de ossos secos e disse para ele profetizar sobre o vale. Então ele profetizou e houve um barulhos e os ossos começaram a juntar cada um no seu lugar e depois os nervos e a pele, mas não havia neles espíritos, Então o Senhor mandou que ele profetizasse novamente para que o espírito entrasse neles. E assim foi.

 

 

Qual o propósito do vale de ossos secos que se tornam com vida?

1º A parte física

2º A parte espiritual (Gn 2.7)

 

Os ossos representam toda a casa de Israel (isto é Israel reino do norte e Judá, reino do sul)

 

O fato de viver, juntando os ossos nos lugares certos, representa a união dessas duas nações, dessa vez para sempre. (vers. 22)

 

Deus mandou que Ezequiel pegasse dois pedaços de madeira e escrevesse neles. (vers 16) depois unisse um no outro então não se separariam mais (não haveria mais divisão)

 

Essa união começou com Ciro, quando autorizou a libertação do povo (Ed 1.1) mas só terá pleno cumprimento quando os israelitas congregarem-se juntos, haverá um grande despertamento, e os Judeus reconhecerão que Jesus é o Messias.

 

Verv. 24 – Davi – Jesus.

 

 

Cap. 38  e 39 – Profecia contra Gogue

 

Nestes capítulos Ezequiel descreve uma coalizão de nações que farão um ataque final contra Israel depois da restauração de Israel à sua pátria. na tentativa de destruir a nação e apossar de sua terra. O líder dessas nações chama-se Gogue. As nações invasoras não terão êxito; derrotadas pelo próprio Deus.

 

São países que se  uniram para destruir Israel.

 

O ataque de Gogue de Magogue contra o Israel restaurado (38:1-39:29). Daí virá uma invasão de outra parte! Gogue de Magogue, atraído para o ataque pela torturante paz e prosperidade do povo restaurado de Deus, fará o seu ataque frenético. Ele se precipitará para os engolfar. Nisto Deus se levantará no fogo da sua fúria. Fará com que a espada de cada um se volte contra seu irmão, trará sobre eles a pestilência e o sangue e uma descarga de chuva de pedras, fogo e enxofre. Sucumbirão sabendo que Deus é “o Santo em Israel”. (39:7) O seu povo acenderá fogos com o destroçado equipamento de guerra do inimigo e enterrará os ossos no “Vale da Massa de Gente de Gogue”. (39:11) As aves de rapina comerão a carne e beberão o sangue dos abatidos. Dali em diante, Israel habitará em segurança, não havendo ninguém para os atemorizar, e Deus derramará sobre eles o seu Espírito.

 

 

Cap. 40 ao 44 – A restauração do templo, os átrios e os vestíbulos

 

Ezequiel teve a visão do tempo em 573 a.C. 25 anos depois de ter começado exílio. O propósito da visão foi despertar a fé dos israelitas mediante a promessa de uma plena restauração da gloria de Deus no futuro.

 

No 14° ano desde a destruição do templo de Salomão, e os arrependidos dentre os exilados necessitam de encorajamento e esperança. Deus transporta Ezequiel numa visão à terra de Israel e o coloca sobre um monte muito alto. Aqui, em visão, ele vê um templo e “ao sul algo como a estrutura de uma cidade”. Um anjo lhe instrui: “Conta à casa de Israel tudo o que estás vendo.” (40:2, 4).

 

Daí, mostra a Ezequiel todos os pormenores do templo e seus pátios, medindo os muros, os portões, as saletas da guarda, os refeitórios e o próprio templo, com o seu lugar Santo e o Santíssimo. Leva Ezequiel à porta oriental. “E eis que vinha a glória do Deus de Israel da direção do leste, e sua voz era como a voz de vastas águas; e a própria terra brilhava por causa da sua glória.” (43:2).

 

Cap. 45 – A repartição da terra. O lugar santo

 

O anjo instrui plenamente a Ezequiel relativo à Casa (ou templo); o altar e seus sacrifícios; os direitos e os deveres dos sacerdotes, dos levitas e do maioral e a repartição das terras.

Vers. 21 – Páscoa (comemorava o livramento de Israel do cativeiro do Egito)

 

 

Cap. 46 – Sábado

 

Este capitulo trata das ofertas e da adoração no dia de sábado, no dia da lua nova, nas solenidades das festas determinadas e nas oferendas diárias.

 

 

Cap. 47 – A torrente das águas profundas

 

O anjo traz Ezequiel de volta à entrada da Casa, onde o profeta vê saírem águas do interior da Casa para a banda do oriente, do lado sul do altar. Começam como um fio de água que fica cada vez maior até virar uma torrente. Daí, corre para o mar Morto, onde os peixes passam a viver e surge uma indústria pesqueira. Em ambos os lados da torrente, árvores fornecem alimento e cura para as pessoas.

 

Vers. 13 - A visão dá em seguida as heranças das 12 tribos, não despercebendo os residentes estrangeiros e o maioral, e descreve a cidade santa ao sul, com os seus 12 portões chamados segundo as tribos.

 

 

Cap. 48 – Os termos das 12 tribos

 

Esperança

A cidade há de ser chamada por um nome mui glorioso: “O Próprio Deus Está Ali.” (48:35).

 

 

 

 

TIRANDO PROVEITO PARA OS NOSSOS DIAS

Os pronunciamentos, as visões e as promessas que Deus proporcionou a Ezequiel foram todos fielmente transmitidos aos judeus no exílio. Embora muitos zombassem e escarnecessem do profeta, alguns creram realmente. Estes tiraram grande proveito. Foram fortalecidos pelas promessas de restauração.

 

Dessemelhantes de outras nações levadas ao cativeiro, preservaram a sua identidade nacional, e Deus restaurou um restante, segundo predissera. (Eze. 28:25, 26; 39:21-28; Esd 2:1; 3:1) Eles reconstruíram a casa de Deus e renovaram ali a adoração verdadeira.

 

Os princípios delineados em Ezequiel são também de valor inestimável para nós hoje. A apostasia e a idolatria, juntamente com a rebelião, só podem conduzir ao desfavor de Deus. (Eze. 6:1-7; 12:2-4, 11-16) Cada qual responderá pelo seu próprio pecado, mas Deus perdoará àquele que se desviar de seu proceder errado. Ser-lhe-á concedida misericórdia e continuará a viver. (18:20-22) Os servos de Deus precisam ser fiéis vigias semelhantes a Ezequiel, mesmo em designações difíceis e quando ridicularizados e vituperados. Não podemos deixar os iníquos morrerem sem aviso, ficando assim o sangue deles sobre a nossa cabeça. (3:17; 33:1-9) Os pastores do povo de Deus têm a pesada responsabilidade de cuidar do rebanho. -- 34:2-10.

Notáveis no livro de Ezequiel são as profecias sobre o Messias. Refere-se a ele como aquele “que tem o direito legal” ao trono de Davi e a quem tem de ser dado. Em dois lugares, fala-se dele como “meu servo Davi”, também como “pastor”, “rei” e “maioral”. (21:27; 34:23, 24; 37:24, 25) Visto que Davi já há muito estava morto, Ezequiel se referia Àquele que havia de ser tanto Filho como Senhor de Davi. (Sal.110:1; Mat.22:42-45) Ezequiel, semelhante a Isaías, fala da plantação de um tenro rebento que será exaltado por Deus. -- Eze. 17:22-24; Isa. 11:1-3.

 

É interessante comparar a visão de Ezequiel sobre o templo com a visão da “cidade santa de Jerusalém”, de Apocalipse. (Ap.21:10) Há diferenças que devem ser notadas; por exemplo, o templo de Ezequiel é separado, e ao norte da cidade, ao passo que o próprio Deus é o templo da cidade, em Apocalipse. Em cada caso, porém, emana um rio da vida, árvores que dão mensalmente safras de frutos e folhas para cura, e a presença da glória de Deus. Cada visão dá a sua contribuição para que se tenha apreço da realeza de Deus e da sua provisão de salvação para os que lhe prestam serviço sagrado. -- Eze.43:4, 5 Ap.21:11; Eze..47:1, 8, 9, 12 Ap. 22:1-3.

 

O livro de Ezequiel frisa que Deus é santo. Revela que a santificação do nome de Deus é mais importante que qualquer outra coisa. “‘Hei de santificar meu grande nome . . . e as nações terão de saber que eu sou o SENHOR’, é a pronunciação do Soberano Senhor Deus.” Segundo mostra a profecia, ele santificará o seu nome destruindo a todos os profanadores desse nome, incluindo Gogue de Magogue. São prudentes todos aqueles que agora santificam a Deus na sua vida, cumprindo seus requisitos para a adoração aceitável. Estes encontrarão cura e vida eterna no rio que emana de seu templo. Transcendente na glória e encantadora na beleza é a cidade que é chamada “O Próprio Deus Está Ali”! -- Eze. 36:23; 38:16; 48:35.